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Isabel Guimarães

Astróloga

Astrologia, o que é?

Entender e conhecer a Astrologia através da sua história

20 | julho | 2016

A Astrologia é uma das mais antigas formas de conhecimento existentes produzidas pela humanidade.
A busca por respostas e por um sentido de ordem para a vida na terra sempre levou o Homem, desde tempos ancestrais, a “questionar” o Céu, procurando entender as mensagens através dos movimentos dos principais astros.
Dane Rudhyar, importante astrólogo humanista do último século, descreve este milenar saber da seguinte forma:

“A Astrologia é o estudo das correlações que se podem estabelecer entre a posição dos corpos celestes em redor da Terra e os acontecimentos físicos e as mudanças psicológicas ou sociais na consciência do homem.”

Enquadramento histórico

Pré-história - Proto-história (antes da escrita) 6.000 a 5000 a.C.; Observação da abóboda celeste e dos seus efeitos nos ciclos da Terra.

Era Antiga - Sumérios (na Mesopotâmia) 5.000 a 4000 a.C. ; Primeiros zodíacos (do grego “roda dos animais”); Constelações zodiacais pela observação das estrelas fixas; Estabelecem-se as primeiras efemérides.

Dinastia de Hamurabi (cidades-estado da Suméria e da Acádia): 1728 - 1689 a.C. ; Reforma do calendário civil; Introdução do nome dos 12 meses babilónios; Unificou todos os conhecimentos e a própria língua por todo o império.

Sumérios (na Mesopotâmia): 5.000 a 4000 a.C.; Primeiros zodíacos (do grego “roda dos animais”); Constelações zodiacais pela observação das estrelas fixas; Estabelecem-se as primeiras efemérides;

Caldeus: 700 a 400 a.C.; Elaboram o primeiro conceito de Zodíaco tal como hoje reconhecemos; Identificaram o aparente caminho do Sol à volta da Terra – a Eclíptica.

Persas: 539 a.C. ; Estabeleceram os 12 signos zodiacais; Magos como consultores dos Reis; A astrologia natal – do coletivo para o individual.

O Médio Oriente: 700 a.C. a 400 a.C.; 12 constelações e os seus significados; Divisão da eclíptica em arcos de 1/12 da circunferência, cada um com 30 graus (as casas); Associação de cada signo a cada casa de acordo com os próprios ciclos da natureza.

Os Gregos: 600 a.C. a 300 a.C.; Pitágoras – teorias geométricas e as grandes bases filosóficas que sustentam a Astrologia Moderna; A astrologia torna-se um estudo estruturado e adquire um estatuto escolástico.

Os Egípcios: 300 a.C.; Representações em toda a forma de arte sagrada das leis do Universo que acreditavam estarem escritas no Homem; União do conhecimento profundamente espiritual a um rigorosamente científico, sendo a Astrologia o elo unificador; Correlação do corpo humano com os signos;

Ptolomeu – 90 d.C. : astrólogo e astrónomo e professor em Alexandria; estabeleceu a Astronomia Geocêntrica e conciliou o determinismo astrológico com o livre arbítrio; criou o Tratado de Astronomia e escreveu o Tetrabiblos (4 Livros) que engloba vários conhecimentos coletados dos seus predecessores da Grécia, Babilónia e Egipto.

Era Cristã - Cristianismo: 0 a 400 d.C.; “Estrela de Belém” – conjunção excecional de planetas que tiveram uma interpretação astrológica pelos três Reis magos; Integração inicial do conhecimento dos astros e da sua influência como o caminho que conduz à compreensão da ação do espírito divino em cada ser humano na Terra.

Queda do império romano e Idade Média - do séc. XII ao séc. XVI Ligações íntimas dos astrólogos com a política e com os soberanos; Com a difusão do cristianismo, após a queda do vasto império romano, espalha-se gradualmente uma corrente anti pagã, relegando a astrologia para segundo plano e um pouco para a clandestinidade; A atitude oficial da Igreja Católica é de alguma desconfiança face à ligação antiga da astrologia com as várias entidades divinas e potências sobrenaturais;

Nicolau Copérnico (1473-1543) – a teoria heliocêntrica do sistema solar (Astronomia Moderna), contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava a Terra como o centro);

Renascimento: séc. XV e XVI; Volta a recuperar algum do prestígio, outrora verificado, apesar do início do desenvolvimento de grandes descobertas científicas e técnicas; Representação do mapa astral continua a ser efetuada como na Era antiga: representação em quadrado, com 12 setores;

Nostradamus: astrólogo e profeta (1503-1566); Vários conhecimentos em astrologia e astronomia, aliados à intuição, direccionaram as grandes previsões para  futuro. Criou um impacto em milhões de pessoas, nas suas profecias escritas a mais de quinhentos anos.

Kepler: elaboração das 3 leis que regem as órbitas dos planetas em torno do Sol; desenvolveu o sistema tradicional da doutrina pitagórica da harmonia das esferas em que cada planeta emite a sua música própria.

Ciência versus Astrologia: Séc. XVII ao séc. XIX; Galileu (teoria heliocêntrica); Criação da Academia das Ciências (em 1666) sem a inclusão da Astrologia; Ao nível popular continuam a proliferar os calendários astrológicos; Libertação dos astrónomos em relação ao estudo dos astros para qualquer fim divinatório; Na Inglaterra o parlamento colocou os astrólogos como foras-da-lei, acusados de charlatanismo e englobados na lei sobre vagabundagem.

O novo despertar da Astrologia: Séc. XIX; Constituição da astrologia “científica” retirando o caráter ocultista que lhe era conferido; Alan Leo (1860-1917): fundou em 1896 a primeira grande revista científica “Modern Astrology”.

A nova Era da Astrologia – humanismo: Séc. XX para o séc. XXI; “Bélle Époque” – anos 20: proliferação da astrologia em todos os meios culturais; Anos anteriores à Segunda Guerra Mundial – publicação de horóscopos quotidianos preparados para cada um dos signos num jornal parisiense; Surge a astrologia comercial, utilizando a imprensa, a rádio e depois a televisão – os horóscopos genéricos com previsões diárias, semanais e mensais;

Marc Edmund Jones (América do Norte): desenvolveu uma teoria baseada na Psicologia da Forma, aplicada à compreensão do mapa natal, olhando para o desenho geral, defendendo a integração da sua leitura; Criação do primeiro programa informático de delineação automática do mapa astral (1968);

Dane Rudhyar (1895-1985): desenvolveu a Astrologia Humanista a partir do estudo dos escritos psicológicos de Carl Jung; acrescentou uma densidade psicológica à integração e interpretação de todos os elementos do mapa natal.

Desconstruindo e decifrando as palavras para percebermos melhor o seu verdadeiro sentido, muitas vezes esquecido

Astrologia  - Astron (estrela, corpos celestes) + logos (estudo ou razão) = A Astrologia é o estudo dos astros ou corpos celestes.

Zodíaco  - Geralmente entendido como “circulo de animais”, mas na verdade a palavra “Zoê” (“Vida” ou “Existência” em grego) conjuntamente com “Diakos” (Roda) remete para a Roda da Vida ou Circulo da Existência.

Horóscopo - Horoskopeo = horos (hora) + skopeo (observar, examinar) = “Olhar as Horas”. É a observação da hora. Quando olhamos as horas buscamos orientação, buscamos ordem na nossa vida.

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Sendo na sua prática a utilização de:

Mapa Astral: é a fotografia exata do céu no momento em que  nasceu.
Nesse momento, quando respirou, já configurou seu roteiro na terra.
Indica a estrutura e a dinâmica básicas de uma personalidade e aponta suas principais tendências.

Planetas: Os atores, os agentes impulsionadores, símbolos de impulsos psíquicos presentes na Humanidade.

Signos: 12 tipos ou modos de comportamento pelos quais os planetas transitam e se revestem constituindo uma base para que possam exprimir seus significados.

Casas: Os cenários, as áreas de vida onde se vão manifestar os significados. Todas as experiências humanas se podem enquadrar nas 12 casas astrológicas.

Aspetos: Relações dinâmicas que os planetas estabelecem entre si, formando a dinâmica do psiquismo.
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A Astrologia é:

Orientação e Previsão | Cálculo de Posições Planetárias | Tendencial | Sistema de Autoconhecimento e Evolução Pessoal | Estudo de Linguagem Simbólica | Um Mapa com todos os signos, planetas e casas astrológicas…
Astrologia como observação, registo de dados, assimilação/compreensão dos dados, conclusões. Há milénios que se compilam observação de dados. As mudanças das estações e dos estados psicológicos como prova básica de mudanças na psique.  Sabemos que sua fundamentação se firma no cálculo da posição dos movimentos dos corpos celestes  em relação à faixa zodiacal, correlacionado com a vida na Terra.

Isaac Newton quando questionado por Edmond Halley sobre as bases astrológicas, este respondeu:
Sir, I have studied it, you have not", Senhor, eu tenho-a estudado, o senhor não”.

Outras pessoas ilustres que estudaram Astrologia

Fernando Pessoa, poeta português | Platão, Aristoteles  Paracelso, Nostradamus, Tycho Brahe, Galileu, Kepler e Newton …

Devemos respeitar as origens da Astrologia

Porém, não podemos desconsiderar a evolução da consciência coletiva e a complexidade da vida moderna.
Uma nova Astrologia implica a evolução deste saber no sentido de acompanhar o desenvolvimento, adequando abordagens aos novos tempos e dispensando conceitos rotuladores e medievalistas. Um novo paradigma tem surgido, com uma Astrologia cada vez mais centrada na pessoa e no seu desenvolvimento.

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